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PALAVRA DA ADEMI

IMÓVEL, MOEDA FORTE! ONTEM, HOJE, SEMPRE!

Renato de Sousa Correia
Presidente da Ademi-GO

As notícias de dificuldades no mercado imobiliário nacional, por vezes divulgados na mídia, confundem o consumidor,  levando-o a crer que o mercado goiano está na mesma situação. Não é verdade! Prova desta afirmação é que nos três primeiros meses deste ano tivemos o mesmo volume de vendas dos três primeiros meses do ano passado, confirmando mais uma vez o vigor do nosso mercado imobiliário.

Ano passado tivemos a valorização dos imóveis acima da inflação, uma exceção no mercado brasileiro. Este ano, apesar da inflação mais alta, na casa de 8 %, nossa expectativa é que os imóveis superem esta marca, em valorização. Elenco abaixo algumas razões para tal expectativa:

·        A economia de nosso Estado é embasada no agronegócio, e a demanda de alimentos no mundo deve continuar crescendo. O real desvalorizado em relação ao dólar torna nosso produto mais barato,  fomentando a exportação e mantendo o mercado de forma vigorosa. Os recursos advindos deste mercado irrigam os negócios na capital e região metropolitana, inclusive o mercado imobiliário;

·        A recente industrialização de nosso Estado, apoiado na melhoria da malha logística (boas rodovias, ferrovias e a implementação do novo aeroporto de cargas em Anápolis), aliado à qualidade de vida de nossa capital e região metropolitana, vem atraindo migrantes de várias regiões do País,  o que mantém reforçada a demanda por habitações;

·        O preço dos imóveis em Goiânia está 25 % abaixo da média brasileira. Este preço tem várias razões, dentre elas a boa disponibilidade de terrenos para incorporação com preços estabilizados. Pelo preço estar situado abaixo da linha média, a tendência de alta é predominante, ainda mais levando-se em conta a pressão de alta dos custos de energia, combustível e insumos que reagem à alta do dólar como cimento e aço, não deixando espaço para haver desaceleração nos preços.

·        Os ajustes na economia promovido pelo governo federal devem resultar em diminuição da pressão inflacionária a partir do segundo semestre, o que deve regular a captação da poupança para o ano que vem, normalizando o financiamento ofertado pela Caixa Econômica Federal. A falta de financiamento neste ano reduzirá oferta de imóveis e ocorrerá a diminuição natural dos estoques existentes, sendo mais um indutor ao aumento de preços no mercado.

·        As grandes empresas incorporadoras, com capital aberto na bolsa de valores, decidiram atuar predominantemente no eixo Rio-São Paulo, diminuindo a oferta de imóveis em nossa região e diminuindo também a concorrência entre as empresas.

Para finalizar,  sabemos que existe uma cultura goiana de investir em imóveis, pela segurança deste tipo de investimento, quando comparado com outras modalidades, bem como por ser um bem, uma garantia real, tangível. O nosso mercado imobiliário continuará forte e saudável, pois o consumidor goiano vem investindo com um conceito enraizado na sua cultura e muito eficaz ao longo do tempo: o imóvel é uma moeda forte, ontem, hoje, sempre!

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